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Monstera Amarela

Palavras soltas sobre coisas improváveis, situações mundanas, mágicas inertes e sonhos nómadas.

Monstera Amarela

Palavras soltas sobre coisas improváveis, situações mundanas, mágicas inertes e sonhos nómadas.

27.Fev.18

Vocês não estão a perceber o rodopio que aqui anda

Isabel
Quase que foram ambos os pés mais os dedinhos da mão para a cova. Mas não, ainda aqui estou.    Atarefada e cheia de projectos novos, aqui vai sucintamente o que se tem passado. - remodelação da casa - aventuras no ebay (sou uma naba e não percebo patavina daquilo mas deixo para outro post) - super incumpridora de desafios semanais (já sabia que ia dar barraca, mas vou tentar actualizar tudinho esta semana) - parece que virei também uma professora coruja no meu serviço e estou a (...)
21.Nov.17

A.I.C - Aventuras Infames Capilares!

Isabel
Faz um ano que comprei uma Babyliss, após ter entrado num cabeleireiro com a ideia de que uma permanente ia-me dar o aspeto tão desejado de ondas mais aquele ar maroto de quem saiu da praia, para meu espanto a profissional que me atendeu comovida com a minha ingenuidade disse que não teria a minha solução numa permanente, tão muito, seria a minha ruína capilar por uns bons tempos até ela se desvanecer e não deixar rasto. Posto isto, mostrou-me a sua fotografia passe com uma (...)
20.Nov.17

A viver o sonho

Isabel
Eu vivo o sonho de quem está com a maleita e tem comida da mãe para confortar. Em casa alapada no sofá e a sentir este inverno que próprio da estação nada tem, a não ser este Sol para mostrar e as temperaturas amenas que se fazem. Estou num ponto cruz em que nada faço e tudo quero fazer. Mas é possível este sonho ser um engano?   Este meu coto está a recuperar, agora parece-se mais com um trambolho de carne inchada. Dia 28 são retirados os pontos até lá tenho por (...)
13.Set.17

Viver na retaguarda da evolução

Isabel
Sou a única a achar que falta um botão no novo iphone? É que desde miúda que adoro cenas tacteis e quem é que não gosta de um bom botão para carregar e ver o que acontece? O suspense... buhhhhhhhhh E aquele clique, hein? Bom demais, para se deitar fora.   Já agora qual é a cena de desbloquear com o reconhecimento facial? Faço olhinhos com o meu telemóvel e pimbas está de perna aberta para ser usado. Nope, não me cativa.   E o preço? O mais baratucho é a rondar os mil (...)
11.Set.17

Ai as minhas cruzes nas costas.. não dá, estou a ficar para velha

Isabel
Já perdi a conta aos médicos que visitei devido às dores persistentes nas costas e dos espasmos malucos em modo non-stop que vou tendo de vez em quando.   Já perdi a conta ao número de vezes que repeti a mesma lenga-lenga ainda por cima em alemão, deveras complicado quando já estouraste todas as palavras que conheces para dizer a mesma coisa.   Já perdi a conta ao número de vezes, Ah espera não! Quanto à resposta é sempre a mesma, dessa não perdi a conta. Asseguro. Então é (...)
03.Abr.17

A um toque da campainha

Isabel
Quando a enfermeira também precisa de um divã   Eu estou a construir uma teoria, nasceu de uma ideia que preenche muito até demasiado tempo dos meus pensamentos. Vou passo a passo que isto anda devagar e um dia prometo que terei um livro sobre este tema. Vou expor verdades, segredos obscuros. Eeeeeee aqui vai, não se assustem, mas acredito que uma pessoa doente ganha um instinto, uma qualidade se virmos de outro jeito, que tanto mas tanto azucrina os enfermeiros.   E que aptidão (...)
26.Fev.17

Nós os europeus somos uns bandalhos com gostos esquisitos

Isabel
Chamo-me Isabel e sou uma viciada em séries, não sei a quantas ando, desde ficção, drama familiar acabando em comédias, vejo de tudo e não sou esquisita. Algumas cativam, outras esqueço e depois há aquelas que são de coração e até se riscam os dias para o seu regresso.   Nisto, adoro Pilots, aquele primeiro episódio é o desembrulhar de um presente que parece ser divinal, o touché dos presentes. Se será uma desilusão isso fica para depois assimilar mas aquela primeira (...)
21.Fev.17

Quando a enfermeira também precisa de um divã

Isabel
Dou por aberto uma rubrica nova, onde o tema é esta nobre profissão, segundo a minha mamacita, que escolhi. Se é realmente nobre já acho um tema discutível. Desgostos, alegrias e desabafos de uma enfermeira desterrada em Hamburg.   Ando de noites, cinco ao todo. E como eu gosto das noites, da calmaria, do estar sozinha para 24 doentes, se não forem 26, visto que, temos não oficiais, duas camas de corredor. Daquele silêncio bom que é ocasionalmente perturbado por uma campainha a (...)